
terça-feira, 17 de agosto de 2010
A Importância do Vazio.

Vende-se Tudo
O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento.
Uma outra mãe, ao meu lado, comentou:
- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
- Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida.
Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes. O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se:
fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa.
Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse.
Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi. Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante.
Eu convidava pra subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas.
Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu, mais sem alma. No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê.
No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros.
Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material.
Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo. Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar.
Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que torna-se cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida... Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile.
Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio.
Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa. Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde.
Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza.... só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir É melhor refletir e começar a trabalhar o DESAPEGO JÁ !"
Martha Medeiros
domingo, 8 de agosto de 2010
Saco de batatas

Saco de batatas
O professor pediu para que os alunos levassem batatas e uma bolsa de plástico para a aula.
Ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os seus nomes nas batatas e as colocassem dentro da bolsa.
Algumas das bolsas ficaram muito pesadas. A tarefa consistia em, durante uma semana, levar a todos os lados a bolsa com batatas. Naturalmente a condição das batatas foi se deteriorando com o tempo.
O incômodo de carregar a bolsa, a cada momento, mostrava-lhes o tamanho do peso espiritual diário que a mágoa ocasiona, bem como o fato de que, ao colocar a atenção na bolsa, para não esquecê-la em nenhum lugar, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.
Esta é uma grande metáfora do preço que se paga, todos os dias, para manter a dor, a bronca e a negatividade. Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria.
Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única
forma de trazer de volta a paz e a calma.
Jogue fora suas "batatas".O alívio desse peso energético pode ser de grande valia para facilitar a eliminação do excesso de peso físico.
Seu tempo é hoje, não viva no passado.
Para complementar uma frase de Paulo Coelho:
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.
Deixa de ser quem era e se transforme em quem você é!
domingo, 25 de julho de 2010
Calendário Especial
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Faça acontecer
sexta-feira, 2 de julho de 2010
CONTROLE
CONTROLE
Controle não é passar fome , mas comer na hora em que seu corpo está precisando de alimentação.
Controle é você comer o que precisa e não ser “comido” por qualquer alimento “tentador”.
Controle é você no comando!
Para um grande número de pessoas, não é o que elas comem nas refeições que as fazem engordar, e sim, o quem comem o resto do tempo é que faz “os estragos’
Basicamente todos os seres humanos necessitam de quatro tipos de nutrição:
FÍSICA, EMOCIONAL, INTELECTUAL E ESPIRITUAL.
O alimento de cada um não nutre o outro!
Alimentos da mente: pensamentos bons, limpos, poderosos, positivos e inspiradores.
Alimentos do corpo: arroz, feijão, carnes, batata, verduras e frutas.
Quando a mente pede e você dá para o corpo, a mente continua pedindo porque está faminta.
O corpo reage, querendo explodir!
Só você não percebe!
(Maria Eliza Zuccon – criadora do Método Tático de Reeducação Alimentar)

